O GPP/PROVAR-FIA, a Felisoni Consultores Associados, a ABRAS, e a Nielsen realizaram em parceria a 9ª Avaliação de Perdas no Varejo, que apurou uma perda média de 2,05% do faturamento líquido das empresas em 2008. O indicador baseia-se nas informações de 77 companhias, de todas as regiões do país, mais de três mil lojas e faturamento agregado de R$ 66,6 bilhões.
Esta pesquisa conta com a participação de empresas varejistas de setores distintos e inclui informações sobre índices de perdas de produtos ou financeiras, causas de perdas, estruturada de prevenção de perdas. O resultado consolidado é publicado pelo PROVAR (provar.org).
Na opinião da coordenadora do GPP, Patricia Vance, a pesquisa contribui para traçar um panorama atualizado sobre a Prevenção de Perdas no varejo brasileiro. Patricia destaca que a atuação em Prevenção de Perdas é essencial para o varejista. “Quanto menor o volume de perda, maior o lucro da empresa”.
Muitas empresas no país, ainda não adotam a Prevenção de Perdas como pratica formal, e consistente, porém a cada edição da Avaliação de Perdas no Varejo, o tamanho da amostras de empresas aumenta. “A cada ano que passa, empresas novas participam da pesquisa, o que contribui para um retrato cada vez mais amplo dessa atividade”, comenta Patricia.
A pesquisa é anual e traça um panorama da prática de prevenção de perdas do varejo. As perdas se baseiam em produtos que foram comprados, porém, por algum motivo, como furtos danificações ou erros administrativos (erros no registro de notas fiscais) e precisam ser repostos. Os objetivos do GPP/PROVAR-FIA são apresentar indicadores de Perdas e Investimentos por setor, acompanhar a evolução da Prevenção de Perdas no Brasil e identificar os principais equipamentos e processos para a prevenção no setor brasileiro.
De acordo com a divulgação da 9ª Avaliação, estima-se em R$11,6 bilhões o impacto das perdas decorrentes de fraudes e furtos no resultado do varejo brasileiro. A pesquisa indica que, em média, as empresas investem em Prevenção de Perdas 0,6% do faturamento líquido. No entanto, ainda 31,2% das consultadas informaram não ter uma área estruturada para este tipo de precaução.
Entre os investimentos em Prevenção de Perdas destacam-se o uso de critérios mais rigorosos no recrutamento e na seleção de pessoal, os treinamentos para prevenção de perdas e a Comunicação de Prevenção de Perdas (mural de avisos, jornais/revistas/artigos).
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Boa tarde,
ResponderExcluirVenho acompanhando os resultados das últimas avaliações de perdas no varejo e percebo que há uma frequencia de aumento nos índices: 2004 (1,68%), 2005 (1,74%), 2006 (1,86%), 2007 (1,99%) e 2008 (2,05%). Gostaria de saber a opinião de vocês sobre a que se deve isto... O trabalho de Prevenção de Perdas não está tão atuante? O aumento da amostra da pesquisa contribuiu?
Bom dia Andréia,
ResponderExcluirEste aumento se deve a um maior número de empresas participando da pesquisa e uma melhor apuração dos dados pelas mesmas. Como a prevenção de perdas é uma área recente na maior parte das empresas brasileiras, a apuração de suas causas e valores tem evoluido a cada ano, porém ainda não é o ideal.
Obrigada pela participação, continue em nosso Blog.
Equipe PROVAR